FELIZ NATAL(informações do autor)

24 de dezembro de 2011

Quero desejar a todos os leitores do blog, aos amigos e irmãos do Facebook, aos meus familiares um natal cheio das bênçãos de Deus.

Pelo seu significado, pela mudança que ocorreu na humanidade, pela mudança de vida que pode ocorrer em cada pessoa, tudo em virtude do nascimento de Jesus.

Podemos ter relacionamentos que antes não teríamos, respeitamos diferenças que não respeitaríamos, amamos pessoas (até inimigos) que antes não amaríamos, vemos o mundo de uma forma que antes não veríamos.

Valorizamos o ser humano, valorizamos os animais, valorizamos as florestas, valorizamos a produção da terra, valorizamos as águas do mar, valorizamos a água doce, valorizamos o ar que respiramos, valorizamos o ar que os outros respiram.

Trabalhamos por um mundo melhor. Falamos o que edifica? O que constrói? O que é moral? O que é ético? O que exalta ao meu próximo? O que exalta aos meus familiares? O que ajuda ao meu companheiro?

Jesus nasceu! Eu quero participar de um feliz natal. Um feliz natal onde a fé em Jesus tenha influenciado o viver diário, o comportamento. Que bom que Deus nos dá a oportunidade para isso.

Que assim seja no Natal, no Ano Novo, e durante 2012, pela graça de Deus.

Pr.HWRosin.

DIACONATO(sermões – diáconos)

20 de novembro de 2011

Atos 6:1-7                  O OBJETIVO DO DIACONATO

 

Introd.: Certamente os irmãos já ouviram muitas mensagens a respeito deste texto. No entanto, me arrisco, a mais uma vez ouvir Deus falando através dele, pois acredito que jamais falaremos tudo o que ele contém.

A escolha dos diáconos surgiu em função de uma necessidade. O problema era na igreja, a necessidade dos discípulos(V. 2).

 

1ºº  PARA ATENDER AO SEU OBJETIVO O DIACONATO NÃO PODE APENAS SER UM CARGO.

Na igreja de Jerusalém o objetivo era específico e muito claro: servir as mesas das viúvas sem preconceito, cheios do Espírito Santo e sabedoria. Como seria isso?

1.1.  Sem preconceito.

Para que isto pudesse acontecer, a igreja não podia guardar preconceitos no seu meio. Vemos isto na escolha dos próprios diáconos, pois foi escolhido como diácono “Nicolau, prosélito de Antioquia.” Isto é, não judeu. Ou gentio. Mesmo que os prosélitos se adequassem às leis judaicas, era um passo importante para a igreja escolher alguém nestas condições. E não podia haver tratamento diferente para com os não judeus, isto é, os gregos.

1.2.  Cheios do Espírito Santo e sabedoria v. 3.

No v. 5 fala de Estevão, cheio de fé. Creio que para ser diácono a principal exigência era a plenitude do Espírito Santo, e certamente cada diácono, como crente que é, receberia os dons necessários para o exercício do seu ministério. Assim um teria o dom da fé, outro certamente teria outro dom.

Na plenitude do Espírito Santo (unção não, pois dá a idéia de algo recebido sem a participação da pessoa) não há espaço para discórdia, ou revolta, quer seja contra a igreja, contra o corpo diaconal ou contra o pastor.

1.3.  O objetivo do diaconato.

A escolha dos diáconos atendeu a uma necessidade específica, o que significa que, onde não houver este serviço, não há necessidade de diáconos. Neste texto a questão é somente esta. E nos outros textos onde a Bíblia fala do diaconato, ela não amplia a função.

Há outras coisas que os diáconos podem fazer, mas por serem membros da igreja, e não por serem diáconos. Coisas que os outros membros também podem fazer. Como pregar, visitar, ajudar na administração da igreja, e coisas semelhantes.

A questão de que os diáconos são responsáveis por três mesas, deve ter surgido posteriormente. Mesa do pobre, mesa do pastor e mesa do Senhor, o que não tem base neste texto.

 

2. PARA ATENDER AO OBJETIVO DO DIACONATO A LIDERANÇA PRECISA CONTINUAR COM OS APÓSTOLOS. V. 2.

A questão desta atividade social é uma delegação de poderes pelos apóstolos e pela igreja. Isto significa que acima dos diáconos ainda existe uma responsabilidade maior. Prefiro não colocar como posição superior, pois todos estão a serviço de Jesus. E aí não pode ser visto como inferior ou superior. A igreja é responsável pelo trabalho diaconal. Foi a igreja que elegeu os diáconos que farão um trabalho que ajudará a manter a unidade da igreja. E estes prestarão contas à igreja, não aos pastores, pois isto acarretaria mais uma responsabilidade para os pastores. O que é exatamente o que se quer evitar aqui.

A carga (se assim pode ser chamada), não é só de um ou de outro, mas de todos que fazem parte do corpo de Jesus. O objetivo é a unidade da igreja.

Perceba que a partir do momento em que os apóstolos delegaram este ministério, deixaram de ser responsáveis por ele? Mas isto não significa que a responsabilidade da igreja como um todo, tenha deixado de ser dos apóstolos, ou do pastor.

 

3. PARA ATENDER AO OBJETIVO DO DIACONATO OS APÓSTOLOS PRECISAM DE CONDIÇÕES ADEQUADAS PARA CUMPRIREM O SEU MINISTÉRIO. V. 2b e  v.4.

O foco central desta decisão não está no diaconato. Nem nas viúvas gregas. Mas na possibilidade de os apóstolos poderem cumprir com o seu ministério. Isto é, que não poderia haver nada, mesmo sendo bom, que desviasse os apóstolos do objetivo para o qual foram escolhidos e enviados. “Perseverar na oração e perseverar no ministério da palavra.” O objetivo principal da igreja não muda, mesmo que surjam outras necessidades. O objetivo dos apóstolos e pastores não mudará jamais. Deve estar no centro de sua missão, e permanecer no centro do objetivo orar e pregar.

Se conseguirmos captar este ensino, poderemos também esperar as mesmas conseqüências que vimos nesta nova igreja.

 

CONCLUSÃO: v. 7 “E crescia a palavra de Deus”. Estamos acostumados a pensar primeiro em números. Crescimento numérico. Mas aqui isto é conseqüência do crescimento na palavra. Cada um cumprindo o seu ministério estará favorecendo o crescimento do reino de Deus, isto é, da igreja local.

 

 Pregado em: 29/10/2006 Ib do Sarapuí

FRUTIFIQUE – LEVANDO CRISTO A TODO O BRASIL(Sermões/missões)

10 de outubro de 2011

João 15:16

Introd.: Missões Nacionais. Voltamos a falar em missões. Será que isto não termina nunca? Missões Mundiais em março e abril; Missões Urbanas em julho; e agora Missões Nacionais em setembro e outubro.

Por que fazer missões?

Creio, irmãos, que quando foi escolhido este tema também para Missões Nacionais, não pensou-se no sentido do texto.

Eu pessoalmente tenho olhado para a divisa e para o texto como um desafio à multiplicação de membros.

Frutificar, seria ganhar pessoas para Jesus. Mesmo que possa haver este sentido em termos de ovelha produz ovelha, neste texto, a forma de colocar as coisas é diferente.

Vejamos o que diz o texto: ou, o que diz Jesus:

1. JESUS DIZ: EU VOS ESCOLHI.

A Bíblia mostra que o homem pecou. O homem, à semelhança do Filho Pródigo, deixou a casa paterna, para viver longe de Deus. Se na história do Filho Pródigo, o Pai espera a volta do filho, na nossa história, o Pai manda o Filho ao nosso encontro. Ou melhor, em busca dos homens.

Quando ainda escravos do pecado, inimigos de Deus (Rm 5:8,10), “Cristo morreu por nós”, vindo ao encontro do homem. Sempre a iniciativa foi de Deus. Ele esperava pela nossa escolha, mas Ele veio ao nosso encontro.

Jesus diz aqui aos discípulos: Eu vos escolhi.

Jesus diz a você aqui hoje: Eu o escolhi. E isto é muito importante, porque nós fazemos parte do plano de Deus. Cada um faz parte deste plano.

O que mais Jesus diz?

2. JESUS DIZ: EU VOS NOMEEI.

Uma outra tradução, fala: “Eu vos designei…”

Nomeação é: “atribuição de cargo ou função” diz o dicionário. Portanto fomos nomeados por Jesus à semelhança dos 12 em Marcos 3:14; ou dos 70 em Lucas 10:1; ou de Paulo em I Timóteo 3:7 “Para o que fui constituído pregador, e apóstolo, e doutor dos gentios na fé e na verdade.”

Nós, todos os crentes em Jesus Cristo temos uma nomeação por parte dele. Uma atribuição. Nomeados para que? Veremos isso daqui a pouco.

Mas o que Jesus diz mais?

3. JESUS DIZ: EU VOS ENVIEI

Não há dúvida, de que, se nós somos enviados, há um por que para isso. Sendo enviados, há um destino para o envio, e ao mesmo tempo um fim a ser alcançado.

Outra questão importante é vermos que não estaremos indo em nosso próprio nome, mas sendo enviados por Jesus, andamos em nome de Jesus.

– Mas, por que Jesus diz: Eu vos escolhi, eu vos nomeei, e eu vos enviei?

Ele diz:

– Eu vos escolhi – para que deis fruto.

-Eu vos nomeei – para que deis fruto.

– Eu vos enviei  – para que deis fruto.

Sim eu fui escolhido, sou salvo. Fui nomeado para dar frutos, e enviado para dar frutos. Mas então estes frutos não são novas vidas?

Tudo está no entendimento desta questão!

O que foi que Jesus fez?

Ele me pegou, pecador, transformou a minha vida. Eu não tinha objetivo, ele me deu um objetivo. Não tinha rumo, me deu uma direção. Só tinha pecados para apresentar, agora com Jesus em minha vida é natural que tenha frutos.

O fruto pode ser um novo discípulo, mas isto não é o que me identifica como fiel seguidor de Jesus. Mesmo um não crente pode ser usado pelo Espírito Santo para levar alguém a Jesus.  Nem por isso ele tem este fruto de João 15:16.

Em Mateus 7:16, 20, diz: “Pelos seus frutos os conhecereis.” Jesus diz isto para que se identificasse os falsos profetas pelos seus frutos. Podiam ter convertidos. Mas estes não seriam os frutos.

Em Mateus 3:8 e Lucas 3:8 diz: “Produzí pois frutos dignos de arrependimento.” E Gálatas 5:22: “O fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.” Isto tudo faz parte do que Jesus quis dizer ao falar no fruto. Eu vos escolhi, nomeei, enviei. Este fruto só acontece porque Jesus, ou o Espírito Santo está na nossa vida.

“Fruto significa a ação da fé na vida da pessoa ou da igreja.” (Coenen p. 401)

CONCLUSÃO:

E aqui voltamos a missões. Missões não é uma obrigação do crente. Missões é uma obrigação de Jesus que vive no crente. E todas as vezes que se falar em missões, Jesus que está em mim, vai dizer: -Isto é comigo!

Isto é algo totalmente natural para ele. Ele é missões. Vivendo com Jesus a nossa vida transforma-se em uma vida de missões.

É natural para Jesus, porque “Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê, não pereça mas tenha a vida eterna.”

Missões é a vida de Jesus.

Missões é a nossa vida, porque nossa vida é Jesus. Por isso missões não é só no tempo de campanha, é sempre. Os discípulos são conseqüência da ação do Espírito Santo. Mas eu estou em campanha de missões permanentemente, isto é, dando frutos naturais da vida de Jesus.

Pr.HWRosin.

JESUS – A RAZÃO DE VIVER(Sermões)

10 de outubro de 2011


O JÓVEM RICO

Lucas 18:18-24

Introd.: Você tem uma razão para viver. Que tem, tem. Agora, qual é. E é a razão certa? É o motivo certo de viver? “O mancebo de qualidade” é assim que ele é chamado no título deste texto, tinha o seu valor.

Um jovem de qualidade, uma moça de qualidade. Ali havia um. Por mais que se busque uma pessoa assim, é difícil de encontrá-la. Mas ele era um jóvem triste. Triste por quê? Ele havia colocado a sua vida para fazer a vontade de Deus. Por que ficaria triste? Qual era sua razão de viver e porque não era suficiente?

1. ERA CUMPRIDOR DOS MANDAMENTOS  Lc. 18:20-21.

Este jovem vem em busca da vida eterna. Como sabia ele da vida eterna? Creio que não foi a primeira vez que ele teve contato com Jesus. Ele sabia que havia algo mais.

Mas Jesus, primeiro precisa mostrar onde a sua vida está fundamentada, e fala dos mandamentos. Ele deve ter pensado feliz: “-Bem, dessa eu já passei.” “Todas essas coisas tenho observado desde a minha mocidade.” Jesus quer dizer: “Está vendo? Não é aí que está a razão de viver. Tudo tens observado, mas e a vida? Onde está a vida? Não está nos mandamentos. Esta não é a razão de viver.”

Onde você está colocando a sua esperança?

2. ERA UM JOVEM RICO Lc. 18:22-23

Um jovem rico, ou uma jovem rica, parece ser sempre um bom partido, não?

Ele era rico e Jesus sabia que ele estava preso na sua riqueza. Tão preso que até a vida eterna perdia o significado diante da riqueza que possuía. Ele havia feito da riqueza a sua razão de viver. E a riqueza não dá vida eterna. A tristeza, creio, é mais por isso. Não pode-se ter os dois como motivo para a vida.

Quantas vezes os jovens ficam neste mesmo dilema: ser fiel a Deus, ou fazer sua própria vontade. E muitos jovens já se retiraram tristes deste santuário. Queriam a vida, vieram buscar a verdadeira razão para viver, mas não queriam deixar o pecado; não queriam deixar o orgulho; não queriam deixar algum ganho financeiro desonesto.

Qual é o seu tesouro? O que o impede de permanecer na presença de Jesus?

Um namorado avançado? Ou uma namorada liberal? Ele era rico.

3. ERA UM JOVEM DISTANTE DE JESUS  Lc. 18:24

“Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que tem ‘tesouros’”.

Ele estava falando com Jesus, estava falando com o doador da vida eterna, mas as  razões que ocupavam sua vida e cegavam seus olhos, não permitiam que ele o visse.

Quando você tem um objetivo sem Jesus, Jesus não é seu objetivo. Quando você tem uma razão de viver sem Jesus, Jesus não é sua razão de viver.

Não é possível servir a dois senhores. Lucas 16:13 “Nenhum servo pode servir dois senhores; porque, ou se há de aborrecer um e amar o outro, ou se há de chegar a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom.”

Na verdade não existe razão para a vida sem Jesus. Este jovem mostra isto. Começou longe de Jesus buscando a vida. Afastou-se de Jesus, não buscando mais a vida.

CONCLUSÃO:

A vida devota, de qualidade, mesmo sendo importante, não é suficiente para ser a razão de viver. Bens materiais ou sentimentais não têm o valor para que deva ser a razão de viver.

Somente quem pode dar a vida eterna preenche a nossa vida. A vida eterna, a salvação, mesmo que perca muita coisa terrena. Lucas 18:29-30 “E ele lhes disse: Na verdade vos digo que ninguém há, que tenha deixado casa, ou pais, ou irmãos, ou mulher, ou filhos, pelo reino de Deus,(30) E não haja de receber muito mais neste mundo, e na idade vindoura a vida eterna.”

Jesus é a razão de viver.

Pr. HWRosin – Pregado em: 01/10/95 Urucânia

 

AGRADECENDO A JESUS(sermões/crianças)

10 de outubro de 2011

Mateus 19:13-15  Marcos 10:13-16

Lucas 18:15-17    Marcos 9:32-37

Mateus 18:1-5     Lucas 9:46-48

Introd.: Há mais de quatro textos nestes evangelhos que mostram a importância que Jesus dava às crianças.

Mesmo que as pessoas adultas pensem que a criança precise se tornar como adulto para agradar a Deus, Jesus diz que o adulto precisa se tornar como criança, para agradar a Deus.

O comentarista, Pr. Orlando Boyer, no seu comentário sobre o v. 14 de Marcos 10, diz o seguinte: “Estas palavras, se as aceitarmos como são, nos ensinam que as criancinhas, antes da idade da responsabilidade, participam da obra propiciatória de Cristo na cruz. E se as aceitamos espiritualmente, revelam os atributos necessários aos que querem entrar no reino de Deus: a humildade, a confiança, a sinceridade, etc., como se vê em uma criancinha”. P. 139.

Por que agradecer a Jesus?

1. Agradecer a Jesus porque Ele é acessível.

Só a possibilidade de poder levar nossos filhos à presença de Jesus, criá-los na presença de Jesus, já é motivo para agradecimentos.

Neste texto, não parece haver enfermidades. As mães, ou pais, queriam a presença. Queriam que Jesus as tocasse.

Certa mãe respondeu, quando lhe perguntaram o segredo de os filhos servirem a Cristo com grande dedicação: “Quando eram criancinhas de colo, ao banhá-las, levantava o meu coração a Deus, para que Ele as lavasse no sangue que purifica de todo o pecado. Quando as vestia de manhã, pedia que o Pai celestial  as vestisse do manto da justiça de Cristo. Quando colocava perante elas a comida, orava, que Deus alimentasse suas almas com o pão dos céus e lhes desse a beber da água da vida. Ao prepará-las para os cultos da casa de Deus, rogava que seus corpos fossem preparados para serem templos do Espírito Santo. Quando saíram para a escola, seguia-as em espírito, orando que nas suas vidas, andassem na vereda dos justos que aumenta o brilho até o dia perfeito. E, ao deitá-las para dormir de noite, a respiração da minha alma sobre elas foi que o Pai celestial as aceitasse nos Seus braços e as segurasse com as Suas mãos.”

Este toque da graça de Deus deve ser desejado diariamente pelos pais para com os filhos. E podemos nos aproximar. Ele quer.

2. Agradecer a Jesus porque Ele faz mais do que pedimos.

Com toda a dificuldade do ministério de Jesus, Ele teve tempo, para não somente tocar nas crianças, que é o que os pais pediam, mas tomou-as nos braços e as abençoou.

As vezes somos como estes pais, esperamos pouco de Jesus. Mas Ele e sua ação não dependem de nós e da nossa visão.

Nossa segurança não está tanto em que conhecemos a Deus, mas no fato de Ele nos conhecer. Gálatas 4:9a “Mas agora, conhecendo a Deus, ou antes, sendo conhecidos de Deus…” É justamente nisso que há esperança para as criancinhas. Nem podem estender as mãos a Cristo, mas Ele os toma nos braços e lhes impõe as mãos.

CONCLUSÃO: Agradecer a Jesus. Temos motivos? Este é um culto de ação de graças. Os pais destes dois meninos nos convidaram para, juntos com eles, agradecermos a Deus por estas duas vidas. Temos muito a agradecer, não só por estes, mas também pelos que Deus nos confiou.

Pr.HWRosin

OPERAÇÃO ANDRÉ(Variedades)

6 de outubro de 2011

A conhecida Operação tem origem na experiência de André, que ouviu João Batista falar sobre Jesus, conheceu e creu em Jesus como o Messias, e foi imediatamente buscar seu irmão, Simão Pedro, portando a boa notícia. “Então André levou o seu irmão a Jesus” (João 1:42). Para nós, significa um compromisso individual de oração por pessoas não crentes, contato para o testemunho pessoal, discipulado e integração na vida da igreja.

1.  Orar diariamente por uma ou mais pessoas não crentes. (Você pode fazer isso sozinho ou com mais alguém. Do autor do blog.)

2.  Cultivar amizade com essas pessoas.

3.  Visitar seus lares ou locais de estudo e trabalho.

4.  Incentivar as pessoas a realizarem estudos bíblicos.

5.  Encorajar as pessoas a confiarem suas vidas a Jesus Cristo como Salvador e Senhor.

6.  Acompanhar as pessoas aos cultos da igreja.

7.  Acompanhar seu crescimento espiritual e integração na igreja.

8.  Desafiar os novos convertidos a participarem da Operação André.

Campanha Nacional de Evangelização: Manual de Apoio às Igrejas. Missões Nacionais, 1998, p. 37.

Observação: A idéia não é debater textos bíblicos. Mas fazer o que André fez: Dizer o que tinha acontecido com ele e o que isto significava. Você não vai pregar. Não precisa ter o dom do evangelismo. É só dar o testemunho daquilo que Jesus fez em sua vida. Isto não dará debates, pois contra fatos não há argumentos. Seja humilde na abordagem. Deus o abençoe. Pr.HWRosin.

A PRECE DE ANDRÉ(poesia)

29 de setembro de 2011

A PRECE DE ANDRÉ

Autora: Myrtes Mathias

Primeiro foi a ovelha no deserto

Depois a moeda perdida no lar;

depois ainda (amor que não cansa!)

o ingrato que exigira a herança

do pai que sofre, para dissipar.

Através do tempo e do espaço

És Aquele que procura e chama:

para que o cego contemplasse o Amor

buscando a jóia de maior valor

mergulhaste a própria mão na lama.

Ao pé do poço, falaste à pecadora,

escreveste na areia pra não condenar;

comeste com párias, tocaste em doentes;

num sublime exemplo para os crentes

morreste, Eterno, por demais amar.

Bendito amor, sem nome e sem medida,

buscando e salvando até hoje aqui!

quando passar o tempo da oportunidade

eu irei contigo para a Eternidade

E meu irmão que nunca ouviu de Ti?

Bendito Amor, escuta minha prece,

esta que vem depois da salvação:

agora que conheço o céu,

tal como André, quando Te conheceu

quer trazer a Ti o meu irmão.

Der Jugenfreund Julho/agosto, 1968, p.2.

PRINCÍPIOS PARA UM BOM CASAMENTO(sermões/casamento)

25 de setembro de 2011

Deuteronomio 24:5

Introd.: Temos na igreja um curso de preparação para o casamento, mas é claro que não se pode falar tudo num curso de três horas. Há muitas coisas que ficam de fora, tendo-se apenas a base, coisas que podem atrapalhar, avisos de alerta e alguns princípios que regem o casamento. Mas há outras coisas importantes. Vejamos algumas que a Bíblia ensina.

1. O Senhorio de Cristo. Mateus 6:33

“Mas buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” Quais coisas? v.25 “Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida…”  As preocupações não ajudam, atrapalham. Demonstram falta de confiança em Deus.

Lucas 9:23-24 fala da importância de se dedicar ao Senhor Jesus. E João 10:10b fala do significado: “Eu vim para que tenham vida e a tenham com abundância.”

2.  O casamento

O que é o casamento pelo qual devem nos esforçar?

2.1. Prioridade do outro Deut.  24:5 ‘Ora, em nossos dias dificilmente poderíamos esperar que o homem ficasse livre por um ano. Contudo, existe um princípio bíblico definido aqui. É o de que as primeiras semanas do casamento são uma época crucial para o jovem casal. “Promover a felicidade” significa literalmente em hebraico “conhecer sexualmente e compreender aquilo que é delicadamente agradável a ela” no relacionamento físico.’ Pensar no outro em termos de prioridade é muito importante.

2.2. Distância dos pais. Efésios 5:31

Antes de ter o pecado entrado na raça humana, duas ordens foram dadas a Adão. Uma foi a de que não comesse da árvore do conhecimento do bem e do mal. A outra ordem foi a de que mantivessem os pais fora do casamento! Olhando pelos corredores do tempo às futuras causas de problemas do casamento, Deus disse que os pais não deviam se envolver com o casamento dos filhos. Separar-se física, emocional e financeiramente dos pais é a melhor maneira possível de se iniciar uma nova unidade social.

2.3. Tempo ao outro I Pedro 3:7-8

O Dr. Ed Wheat nesta parte dá o seguinte conselho: “Não comprem um aparelho de televisão por pelo menos um ano.” Pode parecer absurdo, mas vocês sabiam que a televisão pode ser o maior e mais sutil ladrão do seu tempo? Ela roubará aqueles momentos que você deveria estar devotando ao seu cônjuge, e, mais tarde, à sua família. Não se dá nada, nem se recebe coisa alguma, quando se passa o tempo assistindo televisão.

E ele completa dizendo: Marido, a Escritura lhe ordena que faça duas coisas: Primeiro, estude a Palavra; a seguir, estude sua esposa. Viva com ela. Fiquem totalmente à vontade juntos, com pleno conhecimento um do outro. É isso que é casamento.

2.4. Aprendendo a perdoar Ef. 4:26; “Não se ponha o sol sobre a vossa ira.” Cl. 3:13 “Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós.”

A Bíblia nos admoesta a que não abriguemos a ira de forma que ela se transforme em ressentimento ou amargura. Algumas pessoas ficam a fervilhar, intimamente furiosos por dias ou semanas a fio, mas não é isso o que Deus quer, e é uma coisa que prejudica a qualquer casamento. Resolvam as atitudes negativas de um para com o outro até o fim do dia, ou não vão dormir até que o tenham feito. Os conflitos são inevitáveis. Mas o conflito só se transforma em problema se não for rapidamente solucionado.

Conclusão: João e Maria estas são coisas que vocês precisam praticar a partir de hoje. Sei que já estão fazendo isso enquanto se preparam para o casamento. Mas agora o curso é intensivo. Intensivo em atividade, mas não em duração.

Pr HWRosin – Pregado em: 05/07/97 Pib Paciência.

WHEAT, Dr. Ed, e Gaye. Sexo e Intimidade. Editora Mundo Cristão, São Paulo, 1996. Ps. 23-29.

OS FRACOS NA FÉ(sermões)

13 de setembro de 2011
Rom. 14:1-12   Os fracos na fé                                                                     INTRODUÇÃO: O capítulo 14 de  Romanos começa assim: “Ora, quanto ao que está fraco na fé, recebei-o…”Quem é o fraco na fé?

Qual é o irmão que precisa de uma compreensão maior?

Por que ele é fraco? O que significa isso?

1- Os motivos da fraqueza.

1.1- Atitude deliberada – Colossenses 2:6-7+4.

Aqueles que já crêem em Cristo, mas dão ouvidos a ensinos que fazem com que a sua fé saia do único fundamento verdadeiro para crer em outras coisas, ou adicionar outros valores à fé em Cristo. Como a lei, por exemplo.

1.2- Falta de conhecimento I Coríntios 8:7a.

“Mas nem em todos há conhecimento.” Por terem falta de conhecimento de Cristo, do alcance da sua salvação, ainda procuram fazer coisas que crêem que vão ajudar na salvação. “Não chegaram ao pleno conhecimento da fé”.

2- Evidências da fraqueza

O NT é rico em textos que mostram os obstáculos dos fracos na fé: Colossenses 2:16-23; I Coríntios 8:1-13; Romanos 14:1-15:3; Gálatas 4:9-10.

Os fracos se evidenciam na abstinência à carne (Rom. 14:2) principalmente do uso da carne sacrificada (I Cor. 8:7), como na observância de determinados dias (Rom. l4:5), meses, tempos e anos (Gl. 4:10), como também em seguir tendências ascéticas  e legalistas.

Devemos lembrar que há judeus entre eles e que muito valorizavam a lei. Entre nós não há judeus mas ainda assim é mais fácil seguir as coisas, regras e leis.

3- Formas de ver a fraqueza

3.1- Buscar a correção

Como vimos em Gálatas 4:9 devemos fugir de atitudes e comportamentos com as evidências dos fracos na fé. E em I Coríntios 11:30, onde a fraqueza provém da desobediência à Palavra de Deus, há a exortação para o auto-julgamento, no sentido de haver correção. Eles haviam recebido “heresias”, v. 19. Ensinos falsos, como os da Galácia.

Hoje em dia as evidências da fraqueza muitas vezes são valorizadas como sendo de crentes fortes (Rom. 15:1). A pessoa que faz isto ou aquilo, ou que não faz isto ou aquilo, é considerada forte, mesmo que dependa disso para ter certeza da salvação.

Por isso, irmãos, o grande perigo em colocarmos, na igreja normas de comportamento em termos de vestimenta, pois a pessoa que seguisse essas normas, apenas pelas normas, seria um crente fraco na fé. Nós precisamos evitar, de sermos tropeço como igreja para o desenvolvimento da fé de um irmão.

Agora se eu sou fraco na fé não devo julgar o meu irmão por fazer coisas que eu não aceito. Devo orar por ele, mesmo não entendendo. Eu preciso buscar correção para mim.

Mas se eu sou forte na fé da mesma forma não devo julgar o fraco nas suas atitudes, mas ajudá-lo.

3.2- Compreendendo e amando os fracos.

Posso não entender as suas exigências; posso não entender as suas atitudes — Deus o entende, Romanos 14:4 “Quem és tu que julgas o servo alheio? Para o seu próprio Senhor ele está em pé ou cai; mas estará firme, porque poderoso é Deus para o firmar.” Deus está cuidando dele. Eu devo fazer a mesma coisa.

Não julgá-lo, mas amá-lo. Amar é “agradar ao seu próximo.” Rom. 15:2. Porque Cristo fez isto também: Rom. 15:3 “Porque também Cristo não agradou a si mesmo…”

CONCLUSÀO: Um exemplo atual. Mini-saia. Uma moça pode dizer: “Bem, não importa como eu me visto, porque Deus, na verdade me vê sem roupa. Então, não importa como eu me visto. Isto não influi na minha salvação!” Certo? Certo! Ela estaria no grupo dos fortes na fé. Mas não estaria no grupo dos que amam seus irmãos. Tanto pelo exemplo – porque pelo seu exemplo outras moças poderiam imitá-la sem terem a mesma segurança dela; e quanto, pelo problema moral que ocasionaria para os outros membros da igreja.

Não se exige que os fracos suportem os fortes, mas que os fortes entendam os fracos e se adaptem no sentido de não ser empecilho para o crescimento da sua fé.

Pr.HWRosin – Pregado em: 20/08/95 Urucânia.

PREGA A PALAVRA(sermões)

13 de setembro de 2011

 

II Timóteo 4:2a.

 

Em Êxodo 3: 7 e 8, 9 , como vimos sexta-feira, na vigília, Deus mostrou a Moisés que ele se importava com o povo de Israel. O povo sofria, escravo, clamava por socorro. Deus diz: “desci para livrá-lo…” E Deus escolhe Moisés como porta-voz e meio para a libertação.

Deus deu uma missão a Moisés, v. 10 “…E eu te enviarei a Faraó, para que tires o meu povo do Egito.”

Deus diz a Moisés: “Moisés, eu amo este povo. Sofro quando ele sofre. Eu quero libertá-lo!” Deus precisava de um mensageiro. Ele envia Moisés com as boas-novas.

Esta é a missão da igreja, escolhida por Deus e enviada por Jesus. Mc. 16:15 “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda a criatura.” Para que? Lucas 24:47 “E em seu nome se pregasse o arrependimento e a remissão dos pecados em todas as nações…”

A missão da igreja tem um objetivo: Dizer aos escravizados pelo pecado que Deus os ama, e quer libertá-los.

 

 

1o. O objetivo da pregação

Por que? Porque a mensagem precisa chegar aos escravos. Que mensagem? A mensagem da libertação. Lucas 19:10 “Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.”

Lucas 9:56 “Porque o Filho do homem não veio para destruir as almas dos homens, mas para salvá-las.”

Mateus 18:11 “Porque o Filho do homem veio salvar o que se tinha perdido.”

Prega a palavra, prega o evangelho, prega a salvação. Prega a libertação. Romanos 10:14 “e como ouvirão se não há quem pregue?” Para Deus esta é uma das missões da igreja.

Pregar para quem?

 

2o. A busca dos pecadores

Mateus 9:13 “Porque eu não vim chamar os justos, mas os pecadores, ao arrependimento.” Ou o convite pessoal de Jesus em Mateus 11:28 “vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei.” Filho pródigo, ovelha perdida, dracma perdida, etc.

Mostra sempre o amor de Deus, querendo salvar o perdido. Libertar o escravo.

 

 

 

3o. A fé em Jesus Cristo

Aceitando a libertação. Crendo na libertação. João 3:17-18a. “Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem crê nele não é condenado.”

João 3:36a. “Aquele que crê no Filho tem a vida eterna.” O objetivo é livrar do pecado e da conseqüência do pecado. João 3:18  “Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado; porquanto não crê no nome do Unigênito Filho de Deus.” e João 3:36b “Mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece.”

 

CONCLUSÃO: Prega a palavra. Tudo o que Deus planejou no Egito era no sentido de libertar o povo de Israel.

Tudo o que Deus planejou na cruz de Cristo, foi salvar você. Foi salvar o homem. Por isso ele diz: Prega. Prega a palavra. Insta a tempo e fora de tempo. É importante que as pessoas ouçam as boas-novas. É por sua liberdade!”

 

Pr.HWRosin – Pregado em: 31/03/96 Urucânia