AMOR III (casamento/família)

Temos pouco controle sobre as nossas emoções, mas tremendo controle sobre as nossas ações. Foi por isso que Erich Fromm disse: “O amor não é uma vítima de minhas emoções, mas um servo da minha vontade.” A Bíblia diz a mesma coisa: “Acostumemo-nos a amarmos uns aos outros.” I João 4:7 ABV. Você já praticou algo: piano, tênis, canto, natação? O que é prática? É a repetição da mesma ação até que você se torna perito, até que aquilo se torna parte de você.

A prática relaciona-se com as ações. Você não pode praticar sentimentos. Portanto, amor é algo que você faz. Eric Hoffer acrescenta: “Amor é uma atividade direcionada para outra pessoa.” Visto que é ação, é uma decisão – um ato consciente da vontade, um ato de fé. Na cerimônia de casamento, o pastor pergunta: “Você vai amar esta pessoa?” presumindo que amor é algo que você decide que vai exercer. E você responde: “sim, vou”, uma promessa, em vez de um sentimento – uma promessa de fazer, em vez de uma espera para reagir. Quando a ação do amor é iniciada em relação a um cônjuge no nível volitivo, os outros elementos do amor,  intelectuais e emocionais, aparecerão por si.”

J. Allan Petersen. O mito da grama mais verde. Juerp, 1985. p.71-72. Segundo informações de funcionários de lojas ligadas à Juerp, o livro está esgotado, e dizem as más línguas que a Juerp não permite que outra editora o publique. É uma pena, pois o livro é extraordinário. Pr.HWRosin.

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