O DNA DAS IGREJAS BATISTAS (direto ao ponto)

Claro que isto não se aplica somente às igrejas batistas, mas às igrejas em geral.

Creio que o DNA é formado por três blocos de conhecimento, nos quais é baseada toda a atividade da igreja. Quando digo, atividade, incluo o ensino, as bases do ensino, as regras aprovadas pela igreja, a forma de realizar as programações (cultos). As exigências para poder participar da igreja e dos cultos da igreja.

Nós vivemos num país onde há muitas religiões, e muitas denominações evangélicas, até importadas de outros países. Os não crentes, o que eu também fui um dia, levam para dentro da igreja pensamentos e crendices que acabam fazendo parte da base de ação da igreja. Mesmo aceitando Jesus como salvador, a tradição dos pais continua tendo grande poder de persuasão para os membros. Quem veio de outra denominação, então, tem muito mais possibilidade de trazer conceitos que aprendeu, para dentro da igreja batista.

É possível até que ensinos verdadeiros, e que foram dados numa certa circunstância, se transformem em laço, para aprisionar pessoas que foram libertas por Cristo. A este bloco chamarei de “cultura religiosa evangélica”. O que temos em nossas igrejas que fazem parte desta cultura e não fazem parte do ensino bíblico. Mas há sempre líderes defendendo com unhas e dentes este modo de agir e pensar, e encontrando base bíblica para isso.

Tenho certeza que os missionários que começaram o trabalho no Brasil, vindo dos Estados Unidos, não tiveram a intenção de proibir o uso do vinho. Até a palavra proibir não cai bem na igreja. Porque usaram suco de uva na ceia do Senhor? Para proteger os ex-alcoólatras, que não podem colocar uma gota de álcool na boca, com o risco de querer mais. Há um provérbio, ou expressão, entre os ex-dependentes de álcool, que diz: “uma gota é demais, e um barril é muito pouco.”

No trabalho missionário feito pelos alemães no Sul do Brasil, nem se falou nisso. E há igrejas onde os membros até hoje tomam cerveja e vinho sem ter dificuldade com a sua fé. Um vice-moderador ofereceu-me certa vez, cerveja feita em casa. Deveria ser uma delícia, mas eu não tomei, não porque seja contra, mas porque havia irmãos que não tinham a temperança que faz parte do fruto do espírito, e exageravam na bebida.

Tanto aqui como lá, a tendência é proibir. Não se confia mais na ação do Espírito Santo na vida de cada crente. O incrédulo é libertado por Jesus Cristo, o Filho de Deus, torna-se membro da igreja e á escravizado pela igreja. Há tantas normas e formas de agir prescritas pelas igrejas  que o crente começa a ser cumpridor de regras, e não mais um servo de Deus dirigido pelo Espírito Santo. Com isso ele acaba virando um religioso convicto do que faz e que os outros devem fazer também. Torna-se um detetive fiscalizando a vida dos outros.

Ele poderia ser guiado pelo Espírito Santo, como Jesus disse em João 16:13. Mas as normas não permitem. Teria uma pessoa assim possibilidade de ser frutífera para o reino de Deus? Para a igreja? Ele teria uma vida de fé? Seria salvo? Por trocar a graça pelas regras?

Neste sentido, certamente, cada igreja deve avaliar sua própria condição, porque é diferente da condição de outra igreja.

O segundo bloco do DNA são as “doutrinas”. Haveria alguma dificuldade nas doutrinas? Nós batistas temos doutrinas nas quais não se pode mexer, pois colocaria em risco o plano de salvação de Jesus Cristo. No entanto, há doutrinas que não atingem a base de fé. Por exemplo, a doutrina do Espírito Santo. Há ensinos a respeito que foram inseridas com medo de outras denominações, e se for procurar na Bíblia, que é a nossa única regra de fé e prática, dificilmente vamos encontrar apoio para o que é ensinado. Sem forçar o texto. O objetivo é alertar sobre o que estamos ensinando e por quê?

Quando pastoreava, e a Diretora de Educação Religiosa me apresentava as possíveis revistas para o estudo do trimestre seguinte, precisei condenar várias delas, porque usavam a tradição como se fosse ensino bíblico. Nenhum sentimento negativo com relação ao que outras denominações ensinam e com o que não concordamos, pode servir de base para o crescimento no conhecimento bíblico. Ensinemos a Bíblia.

O terceiro bloco do DNA são os “princípios teológicos.” Como princípios teológicos entendo aquele ensino que não pode mudar de forma alguma, pois qualquer mudança interferiria no conceito dogmático do ensino bíblico. Os ensinos a respeito de Jesus como Filho de Deus, o Salvador do mundo. O Cristo ressurreto. A vida eterna. A trindade divina. E tantos outros que abalariam a vida de fé se não fossem preservados e ensinados incólumes. Isto me preocupa. O que está ocupando mais tempo nas igrejas, a cultura religiosa evangélica, as doutrinas, ou as verdades permanentes sobre Deus e seu relacionamento com os homens.

Não é difícil estudar teologia. Cada crente deve estar apto a professar a sua fé em Jesus Cristo, sendo testemunha. Quero deixar bem claro aqui, que nem todos os salvos vão pregar o evangelho, nem mesmo serão evangelistas, mas todos podem testemunhar.Entendo por teologia, a fé viva que o crente vive, porque crê assim. E a responsabilidade sobre o que ele crê é dos pastores e líderes da igreja, bem como do próprio crente em estudar a Bíblia. Eu recebi muita carga por parte de pastores, como sendo obrigado por Deus a fazer trabalho de evangelização. Mas o que eles conseguiram com isso? Que eu sentisse culpa por não estar obedecendo a Bíblia, segundo eles.

Quantos hoje, crentes, andam por aí, tentando cumprir a exigência dos pastores, mas que não é uma exigência bíblica. Deus chama os trabalhadores para a sua seara, e Ele lhes dá as ferramentas para o serviço. Os prepara para enfrentar dificuldades. Os apóia nas jornadas. Os sustenta. Incluir todos os membros nesta tarefa é uma teologia errada. Inexistente. Porque Deus dá dons diferentes para cada crente.

Outra exigência, apesar de boa é a respeito da oração. De ler a Bíblia. O exemplo do pastor, sem fazer exigências não seria muito mais frutífero? Precisamos ter o fruto do Espírito. Para podermos tratar os irmãos como irmãos, e viver os princípios teológicos no dia a dia. Não é difícil: é a nossa fé!

Mas para que isto aconteça, a cultura religiosa evangélica não deve ter lugar no nosso meio. Pois ela é escravizante. Desvia do objetivo que é a cruz de Cristo. Desvia da vida de fé. Não permite que o Espírito Santo nos guie. E ficamos ao sabor das ondas inovadoras de cada época, trazidas por esta cultura.

PrHWRosin. (Tentei ser o mais resumido possível.) Este assunto, inclusive falando em vinho e cerveja, fará parte de mais dois artigos. Portanto, não se apavorem. Haverá um artigo sobre GRAÇA, e outro sobre A ETERNA SALVAÇÂO.

Claro que isto não se aplica somente às igrejas batistas, mas às igrejas em geral.

Creio que o DNA é formado por três blocos de conhecimento, nos quais é baseada toda a atividade da igreja. Quando digo, atividade, incluo o ensino, as bases do ensino, as regras aprovadas pela igreja, a forma de realizar as programações (cultos). As exigências para poder participar da igreja e dos cultos da igreja.

Nós vivemos num país onde há muitas religiões, e muitas denominações evangélicas, até importadas de outros países. Os não crentes, o que eu também fui um dia, levam para dentro da igreja pensamentos e crendices que acabam fazendo parte da base de ação da igreja. Mesmo aceitando Jesus como salvador, a tradição dos pais continua tendo grande poder de persuasão para os membros. Quem veio de outra denominação, então, tem muito mais possibilidade de trazer conceitos que aprendeu, para dentro da igreja batista.

É possível até que ensinos verdadeiros, e que foram dados numa certa circunstância, se transformem em laço, para aprisionar pessoas que foram libertas por Cristo. A este bloco chamarei de “cultura religiosa evangélica”. O que temos em nossas igrejas que fazem parte desta cultura e não fazem parte do ensino bíblico. Mas há sempre líderes defendendo com unhas e dentes este modo de agir e pensar, e encontrando base bíblica para isso.

Tenho certeza que os missionários que começaram o trabalho no Brasil, vindo dos Estados Unidos, não tiveram a intenção de proibir o uso do vinho. Até a palavra proibir não cai bem na igreja. Porque usaram suco de uva na ceia do Senhor? Para proteger os ex-alcoólatras, que não podem colocar uma gota de álcool na boca, com o risco de querer mais. Há um provérbio, ou expressão, entre os ex-dependentes de álcool, que diz: “uma gota é demais, e um barril é muito pouco.”

No trabalho missionário feito pelos alemães no Sul do Brasil, nem se falou nisso. E há igrejas onde os membros até hoje tomam cerveja e vinho sem ter dificuldade com a sua fé. Um vice-moderador ofereceu-me certa vez, cerveja feita em casa. Deveria ser uma delícia, mas eu não tomei, não porque seja contra, mas porque havia irmãos que não tinham a temperança que faz parte do fruto do espírito, e exageravam na bebida.

Tanto aqui como lá, a tendência é proibir. Não se confia mais na ação do Espírito Santo na vida de cada crente. O incrédulo é libertado por Jesus Cristo, o Filho de Deus, torna-se membro da igreja e á escravizado pela igreja. Há tantas normas e formas de agir prescritas pelas igrejas  que o crente começa a ser cumpridor de regras, e não mais um servo de Deus dirigido pelo Espírito Santo. Com isso ele acaba virando um religioso convicto do que faz e que os outros devem fazer também. Torna-se um detetive fiscalizando a vida dos outros.

Ele poderia ser guiado pelo Espírito Santo, como Jesus disse em João 16:13. Mas as normas não permitem. Teria uma pessoa assim possibilidade de ser frutífera para o reino de Deus? Para a igreja? Ele teria uma vida de fé? Seria salvo? Por trocar a graça pelas regras?

Neste sentido, certamente, cada igreja deve avaliar sua própria condição, porque é diferente da condição de outra igreja.

O segundo bloco do DNA são as “doutrinas”. Haveria alguma dificuldade nas doutrinas? Nós batistas temos doutrinas nas quais não se pode mexer, pois colocaria em risco o plano de salvação de Jesus Cristo. No entanto, há doutrinas que não atingem a base de fé. Por exemplo, a doutrina do Espírito Santo. Há ensinos a respeito que foram inseridas com medo de outras denominações, e se for procurar na Bíblia, que é a nossa única regra de fé e prática, dificilmente vamos encontrar apoio para o que é ensinado. Sem forçar o texto. O objetivo é alertar sobre o que estamos ensinando e por quê?

Quando pastoreava, e a Diretora de Educação Religiosa me apresentava as possíveis revistas para o estudo do trimestre seguinte, precisei condenar várias delas, porque usavam a tradição como se fosse ensino bíblico. Nenhum sentimento negativo com relação ao que outras denominações ensinam e com o que não concordamos, pode servir de base para o crescimento no conhecimento bíblico. Ensinemos a Bíblia.

O terceiro bloco do DNA são os “princípios teológicos.” Como princípios teológicos entendo aquele ensino que não pode mudar de forma alguma, pois qualquer mudança interferiria no conceito dogmático do ensino bíblico. Os ensinos a respeito de Jesus como Filho de Deus, o Salvador do mundo. O Cristo ressurreto. A vida eterna. A trindade divina. E tantos outros que abalariam a vida de fé se não fossem preservados e ensinados incólumes. Isto me preocupa. O que está ocupando mais tempo nas igrejas, a cultura religiosa evangélica, as doutrinas, ou as verdades permanentes sobre Deus e seu relacionamento com os homens.

Não é difícil estudar teologia. Cada crente deve estar apto a professar a sua fé em Jesus Cristo, sendo testemunha. Quero deixar bem claro aqui, que nem todos os salvos vão pregar o evangelho, nem mesmo serão evangelistas, mas todos podem testemunhar.Entendo por teologia, a fé viva que o crente vive, porque crê assim. E a responsabilidade sobre o que ele crê é dos pastores e líderes da igreja, bem como do próprio crente em estudar a Bíblia. Eu recebi muita carga por parte de pastores, como sendo obrigado por Deus a fazer trabalho de evangelização. Mas o que eles conseguiram com isso? Que eu sentisse culpa por não estar obedecendo a Bíblia, segundo eles.

Quantos hoje, crentes, andam por aí, tentando cumprir a exigência dos pastores, mas que não é uma exigência bíblica. Deus chama os trabalhadores para a sua seara, e Ele lhes dá as ferramentas para o serviço. Os prepara para enfrentar dificuldades. Os apóia nas jornadas. Os sustenta. Incluir todos os membros nesta tarefa é uma teologia errada. Inexistente. Porque Deus dá dons diferentes para cada crente.

Outra exigência, apesar de boa é a respeito da oração. De ler a Bíblia. O exemplo do pastor, sem fazer exigências não seria muito mais frutífero? Precisamos ter o fruto do Espírito. Para podermos tratar os irmãos como irmãos, e viver os princípios teológicos no dia a dia. Não é difícil: é a nossa fé!

Mas para que isto aconteça, a cultura religiosa evangélica não deve ter lugar no nosso meio. Pois ela é escravizante. Desvia do objetivo que é a cruz de Cristo. Desvia da vida de fé. Não permite que o Espírito Santo nos guie. E ficamos ao sabor das ondas inovadoras de cada época, trazidas por esta cultura.

PrHWRosin. (Tentei ser o mais resumido possível.) Este assunto, inclusive falando em vinho e cerveja, fará parte de mais dois artigos. Portanto, não se apavorem. Haverá um artigo sobre GRAÇA, e outro sobre A ETERNA SALVAÇÂO.

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