UNIDOS POR DEUS(sermões de casamento)

UNIDOS POR DEUS – Mateus 19:5-6

            Introd.: Para o culto de noivado, no dia 18/06/94, falamos sobre o símbolo matrimonial que é usado por Paulo para falar da fidelidade de Deus, em II Cor. 1:21-22: “Mas o que nos confirma convosco em Cristo, e o que nos ungiu, é Deus, o qual também nos selou e deu o penhor do Espírito em nossos corações”

            Mas isto, em termos bíblicos, não é novidade, pois o VT vê o pacto de Deus com o seu povo como um pacto de casamento. Como exemplo vejamos Malaquias 2:11: “Judá foi desleal, e abominação se cometeu em Israel e em Jerusalém; porque Judá profanou a santidade do Senhor, a qual ele ama, e se casou com a filha de deus estranho.” Mas os versos 13 a 16 mostram como Deus leva a sério o nosso casamento, o pacto feito entre um homem e uma mulher. Quando temos, pois este culto aqui hoje, isto não é mera formalidade, mas é a verdadeira união dos noivos diante de Deus.

            Em Marcos 10:9 repete-se o texto tão conhecido sobre casamento: “Portanto o que Deus ajuntou não o separe o homem.” Como Deus ajuntou? Pela vontade dos noivos.

            Para aqueles que são membros de uma igreja batista, sabem que são membros porque foram batizados. Mesmo o batismo sendo uma ordenança, Deus espera que eu diga sim. E a partir do batismo torno-me membro da igreja. Um ato que sela um fato.

            Da mesma forma, a partir do momento do casamento, ou até antes, no momento da promessa, Deus une os noivos, e forma ali uma nova célula familiar.

            João e Maria, esta célula familiar é idéia de Deus. É criação de Deus. E Ele fará o que vocês permitirem para que tenham dias felizes. É o que vocês buscam, e é o que Deus quer. Jesus falou dessa união em Mateus 19:5-6: “E disse: Portanto deixará o homem pai e mãe, e se unirá à sua mulher, e serão dois numa carne. Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto o que Deus ajuntou não o separe o homem.” Jesus está falando de um fato consumado: “Não são mais dois, mas uma só carne.” – Não se fundem as pessoas, mas a vontade.  Não desaparece a individualidade, mas se nutre a unidade. Como diz o conselheiro matrimonial Paul Tournier: “Deve-se ter presente, em primeiro lugar, que a condição primordial para a compreensão mútua é desejá-la, buscá-la, querê-la.” E acrescenta: “O que importa, pois, é construir juntos a felicidade conjugal. É um fim que deve ser perseguido, não um privilégio que se adquire de antemão.” (La armonia conjugal, p.7,11).

            Haverá a necessidade de renunciar a direitos, e ao egoísmo. Haverá dificuldades naturais de duas pessoas em adaptação, mas o objetivo será o viver a felicidade: A alegria da convivência. A alegria de ter o seu amado ao seu lado. Compartilhando a vida. Unidos por Deus.

 PrHWRosin. Pregado em: 18/01/97 Pib de Campo Grande

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